Carpa Nutrição

As Koi são onívoras, com tendências para a microfagia e/ou iliofagia, alimentação de pequenos seres e restos deles encontrados no fundo e ao redor de estruturas submersas, embora possam consumir oportunisticamente o que estiver disponível: plâncton, insetos, vermes, frutas, restos de plantas e animais e até ovos ou alevinos de outros peixes.

Fonte: http://aqualandpetsplus.com.

Outra característica dessa espécie é que sua exigência nutricional em proteínas diminuiu com o aumento da idade. Isso ocorre devido a algumas características do sistema digestivo dessa espécie, que possibilita a utilização de carboidratos como fonte de energia para a realização de suas funções vitais e o direcionamento da proteína para o crescimento e síntese de hormônios.

De toda forma, hoje há uma grande variedade de rações que podem ser usadas nas alimentações das nossas carpas. Contudo, alguns critérios devem ser seguidos quando se objetiva escolher qual ração oferecer para nossas companheiras, uma vez que a alimentação tem papel primordial para o bem estar dos nossos amigos.

Assim, para escolhermos a ração que devemos oferecer à nossa carpa, devemos conhecer o significado de alguns termos como: exigência nutricional, carboidratos, proteínas, lipídeos, minerais, fibras, vitaminas, aditivos, energia e relação proteína energia, pois cada espécie possui uma quantidade de um dado nutriente que necessita para a realização de suas funções vitais. Vale frisar que a quantidade desse nutriente é expressa pelas fábricas de ração em % e a energia em kcal/kg.

Para escolhermos a ração ideal, também devemos considerar os ingredientes que são utilizados, o tamanho e a flutuabilidade dos grãos, além do efeito que ela promove no meio ambiente, e que está relacionado com a quantidade de fósforo e nitrogênio que possue e com as recomendações dos fabricantes, principalmente no que se refere à freqüência alimentar e à armazenagem.

As dietas extrusadas são as melhores para a formulação de dietas para carpas. Os grãos dessas rações apresentam, em sua parte interna, "bolhas de ar", que lhes permitem flutuar na água. Elas são largamente utilizadas na piscicultura moderna, inclusive no Brasil, onde seu emprego é crescente.

Os grãos flutuantes são obtidos em equipamentos especiais (extrusoras) e apresentam como principal vantagem o fato das rações flutuarem. A flutuabilidade minimiza o risco de desperdício de rações devido às sobras, já que permite visualizar o consumo. Outra vantagem da utilização das rações extrusadas é que esse processamento torna o alimento mais biodisponivel devido à temperatura (107 a 127°C) e à pressão (440 a 520x104kg/m2) utilizadas no processamento, e que permite a gelatinização do amido.

O arraçoamento (oferecimento da ração) é um conjunto de práticas, que permite que os peixes tenham acesso aos alimentos artificiais balanceados, ingerindo-os em quantidades suficientes.

O primeiro cuidado no arraçoamento é saber a quantidade do alimento que deve ser ofertada aos peixes, que é calculada, normalmente, com base na biomassa (peso vivo) dos indivíduos presentes nos nossos lagos. Atenção deve ser dada a esse procedimento, pois, se o fornecimento de ração for abaixo da quantidade requerida, os peixes receberão menos nutrientes do que o necessário para sua saúde. E quando o fornecimento de ração é realizado em excesso, o alimento passa rápido no tubo digestivo e, em conseqüência, sua digestão e absorção tornam-se incompletas.

Por isso os alimentos devem ser fornecidos em quantidades adequadas, e a quantidade de um alimento que deve ser fornecida é calculada, quase sempre, com base na biomassa de todos os peixes de um tanque ou viveiro, num dado momento, expressando-a em percentagem. Esta varia de 2 a 5% da biomassa/dia.

Para as carpas o ideal é o oferecimento de ração duas vezes por dia e esse procedimento pode ser realizado até que as carpas fiquem saciadas.

Fonte: http://www.pondexperts.ca/Images/hand_feeding_koi_m.jpg.

Um problema relacionado à freqüência alimentar e à quantidade de ração que oferecemos às nossas Koi nos lagos, e que muitas vezes pode levar à mortalidade é o resultado da alimentação em excesso, que tem sua causa mais comum provocada por vizinhos e amigos. O cenário é familiar: o cliente está afastado em férias por um curto período de tempo e os amigos, ou vizinho, é incubido de cuidar do aquário. Ansioso para agradar e manter os peixes felizes, o amigo super alimenta as Koi e o efeito desse manejo resulta em niveis elevados de amônia, o que faz com que as Koi se tornem anoréxicas.

Outro problema que podemos provocar nas nossas carpas, relacionado com a nutrição, está associada aos aditivos, corantes que as fábricas de ração utilizam, pois podem provocar doenças em nossos peixes, inclusive o desenvolvimento de tumores. Em uma classe comum entre os aditivos estão os corantes artificiais que não precisam de rotulação específica e, por este motivo, são utilizados indiscriminadamente na indústria alimentícia para tornar o produto atraente aos olhos humanos. Outro exemplo comum são os antioxidantes, tal qual o etoxiquim que pode ser cancerígeno.

Assim, quando escolhermos nossas rações devemos primar por marcas que usem insumos naturais como, páprica, vitamina C e E, além de carotenóides. E é bom escolhermos fabricas que desenvolvem seus produtos com base na literatura cientifica.

Sintetizando os parágrafos anteriores, ao comprar a ração para a sua Koi analise o rótulo dos produtos e veja quais são seus ingredientes, aditivos e sua composição química. Esse é o procedimento mais importante na compra e garante que seu "amigo" estará bem nutrido e forte. Não se esqueça de seguir a recomendação dos fabricantes.

Então, para você ficar informado, aí vai um artigo cientifico realizado por Golveia e tal, (2003) que realizou um experimento para investigar a melhoria da cor da pele em três variedades de Kois: Kawari (vermelho), Showa (preto e vermelho) e Bekko (preto e branco), alimentando-as com três diferentes suplementos dietéticos carotenóides de água doce, biomassa de microalgas [Chlorella vulgaris 6%, Haematococcus pluvialis 2%, e também a cianobactéria Arthrospira maxima (Spirulina) 4%], uma dieta contendo astaxantina sintética 0,3%, e uma dieta controle, sem corante.

Nesse estudo, o autor identificou que a utilização de qualquer dos aditivos ricos em carotenóides se mostrou eficiente, merecendo destaque a astaxantina sintética, pois foi a que teve o menor nível de inserção na dieta experimental.

Vamos às exigências nutricionais da carpa. Dentre todos os nutrientes utilizados pelas nossas Koi, ou por qualquer outro peixe, os que têm tomado mais a nossa atenção são as proteínas, pois como os peixes são animais pecilotérmicos, sua temperatura corporal depende do meio ambiente. Por isso, nesses animais não é necessária nenhuma energia especial para manter a temperatura corporal, como é necessária para os animais homeotermos, dentre os quais estamos incluídos.

A exigência em proteína nas larvas de carpa é de 50% e diminui até aproximadamente 32% para carpas em fase de crescimento e 25% para carpas adultas. Isso ocorre devido à mudança de hábito alimentar do peixe com o aumento da idade. Mas nem sempre foi assim - há aproximadamente duas décadas os autores reportavam a exigência de juvenis em 40,2% e a exigência de adultos em torno de 32% de PB.

Essa diminuição da quantidade de proteínas da ração é uma evolução na criação de peixes e está baseada no conceito de proteína ideal, que consiste no balanceamento ideal de aminoácidos (constituintes das proteínas, são um total de 20, sendo que 10 são considerados essenciais, pois, não são sintetizados pelos peixes, e por isso devem ser disponibilizados nas rações, de forma que não haja deficiências ou excessos de nutrientes no alimento. Esse equilíbrio permite a otimização na utilização dos aminoácidos já citados.

Assim, a ração passa a ser formulada com base no perfil de aminoácidos que os peixes necessitam, o que resulta em melhor balanceamento da dieta, corroborando com Pezzato (2005), que reitera o fato dos peixes não necessitarem de uma dada quantidade de proteína, e sim de um suplemento adequado de aminoácidos indispensáveis.

Vale frisar que nas formulações modernas de alimentos para peixes, que utilizam sobretudo ingredientes de origem vegetal, faz-se necessária a suplementação com alguns aminoácidos (justamente para que alcance o balanceamento correto de aminoácidos), principalmente a metionina e a lisina. Vale a pena observar se sua ração os utiliza!

Fonte: Rodrigo G, Mabilia. Um exemplar de alevino de carpa com uma grave deformidade na coluna vertebral, além de perda da resistência das escamas. Caso clínico também associado à deficiência de aminoácidos essenciais na dieta.

Embora a exigência protéica da carpa nas diferentes fases esteja exposta acima, muitas fábricas de rações utilizam níveis mais altos desse nutriente do que o necessário para as nossas Koi. Esse fator pode ser interpretado como um aspecto negativo, pois demonstra a falta de sintonia das empresas com o desenvolvimento cientifico, uma vez que níveis elevados de proteína na dieta resultam em excesso de compostos nitrogenados liberados pelos peixes na água, seja por difusão pelas brânquias ou pelas fezes, que podem contribuir para a intoxicação dos peixes por amônia, ainda mais quando o pH estiver acima da neutralidade; floração de algas; alem da saturação mais rápida do corpo do filtro associado ao aparecimento de regiões anóxicas no mesmo.

Para o desenvolvimento de um bom produto que atenda as exigências nutricionais de seus peixes não basta utilizar uma receita antiga ou carimbada por alguém, como muitos criadores fazem. O procedimento correto é a realização de experimentos científicos que passam desde a digestibilidade dos ingredientes, o nível de inserção na ração de cada ingrediente, a taxa de desempenho que esses ingredientes propiciam, o resultado fisiológico do uso desses ingredientes na sanidade dos peixes, o impacto no ambiente que a ração provoca, além de outras variáveis.

Mas voltando às proteínas... juntando todas essas conseqüências resultantes do excesso de proteína nas dietas, as implicações diretas na saúde das Koi são a ocorrência de estresse, que prolongado corrobora para a supressão do sistema imunológico reduzindo a resistência dos peixes a infecções bacterianas, fungais e parasitárias, e o aparecimento de problemas no fígado dos peixes.

E quando se considera aspectos de desempenho zootécnico da espécie, níveis baixos de proteína resultam em diminuição do crescimento e os altos em diminuição do aproveitamento da ração, conversão alimentar.

Em relação aos lipídeos a quantidade ideal para oferecer às carpas juvenis é de 5,5% e às adultas de 2,8 a 4%. A função desse nutriente na dieta, juntamente com os carboidratos, é atender às necessidades em energia. Por isso, o nível de energia digestível é mais importante do que a quantidade de lipídeos na dieta.

A diminuição da exigência desse nutriente com o aumento da idade do peixe ocorre devido à diminuição do gasto energético/biomassa das carpas, e a diminuição de seu nível de inserção na dieta é importante, pois resulta no imediato balanceamento da ração para atender a relação de proteína energia exigida pelas carpas. Isso é: para uma quantidade x de proteína ingerida existe uma quantidade ideal de energia que deve ser ingerida também, que se não for atendida pode propiciar o aparecimento de alguns problemas nos peixes.

Então para constar, a exigência em energia das Koi jovens é de aproximadamente 3920 kcal/kg de ração e das adultas é de 3200 kcal/kg de ração.

Assim, a quantidade de lipídeos na dieta varia para atender essa proporção e possibilitar que os peixes ingiram a quantidade ideal de alimento, nem muito e também nem pouco, pois, as duas formas de consumo trazem desvantagens.

O excesso no aumento do teor de gordura da dieta tem um impacto negativo para os peixes, pois, o individuo tende a armazenar gorduras no corpo, principalmente como depósitos de gordura em torno dos órgãos. E a consequência direta do acúmulo de gordura na cavidade visceral dos peixes é a diminuição da fertilidade das fêmeas. Outro problema bem documentado que ocorre nos peixes devido a esse excesso de lipídeos é a infiltração lipídica.

Fonte: Rodrigo G, Mabilia, Um exemplar de alevino de carpa com uma grave deformidade na coluna vertebral, além de perda da resistência das escamas. Caso clínico também associado à deficiência de aminoácidos essenciais na dieta.

Mas considerando exclusivamente a relação proteína - energia, sabemos que proteína em excesso na dieta resulta em diminuição da digestibilidade, maior consumo de ração, diminuição do crescimento, maior poluição do corpo de água, e o nível energético elevado da ração resulta em deficiência de vitaminas lipossolúveis, além disso provoca a inanição dos peixes.

Basicamente a energia atua como regulador da quantidade de ração ingerida. Então, se for oferecida em um nível baixo, o peixe comerá muito e sofrerá as consequências e, igualmente, se for oferecida em níveis elevados, as consequências também serão negativas, resultando principalmente em diminuição do crescimento dos peixes.

Com base nos resultados e nas afirmações apresentadas, observa-se que o nível de inserção de lipídeos na formulação de dietas para carpas dever ser embasado em alguns preceitos: o excesso de lipídeo oferecido na ração fará com que o peixe o armazene em seu tecido e não resultará, necessariamente, em uma melhora no seu desempenho; o nível de lipídeos deve ser acrescido considerando a relação proteína - energia de cada fase do peixe; a qualidade do lipídeo também é fundamental, pois determina sua biodisponibilidade para o peixe; e o nível de inserção pode ser próximo de 5%, aumentando-se ou diminuindo-se um pouco mais para atender a relação P:E, mas devendo-se tomar cuidado com o nível de inserção a fim de não comprometer sua digestibilidade.

Como dito, anteriormente os carboidratos servem como fontes de energia em dietas para carpas. Os resultados de muitos testes indicam que a faixa ideal de carboidratos na dieta de carpas é entre 30-50%. A eficácia elevada de carboidratos (principalmente amido) como fonte de energia para as carpas decorre da atividade das enzimas de digerir amido, que é muito maior em carpas do que em peixes predadores (Murai et al. 1983). Além disso, a produção de rações utilizando o método de extrusão aumenta significamente a digestibilidade do amido.

As fibras utilizadas nas dietas não deixam de ser carboidratos, o que é difícil de ser digerido pelos peixes. Em uma dieta elas servem, principalmente, para fazer volume nas rações e auxiliar o metabolismo dos peixes, regulando a velocidade com que o alimento passa pelo sistema digestivo, além de servirem também como material aglutinante das rações e possibilitar que não ocorra perda de nutrientes na água.

Mazurkiewicz afirma que o nivel de fibra comumente aceito em dietas para carpas não deve conter quantidades superiores a 5,5%, mas de acordo com outra fonte essa parcela não pode ultrapassar 8%. Com esse pré-requisito, a introdução de componentes de proteína vegetal na dieta de carpas é limitada, principalmente pelo conteúdo das estruturais carboidratos. No estudo realizado por esse autor, a quantidade de fibra bruta nas dietas experimentais testadas não excedeu 5,5%, e não causou impacto no crescimento ou na conversão alimentar dos peixes.

Quanto aos micronutrientes, minerais e vitaminas observamos que: as vitaminas são compostos orgânicos requeridos em quantidades bem pequenas, e atuam como enzimas ou coenzimas nos processos metabólicos, na maioria das formas de vida.

Em ambientes onde há alimento natural, plâncton, os mesmos suprem a necessidade de vitaminas das carpas. Mas como nossas Koi são criadas em lagos ornamentais com a água cristalina, não existe a produtividade primaria e assim o processo de fabricação de nossas rações tem que fornecer esses nutrientes aos nossos peixes.


Vale frisar que a suplementação adequada de vitaminas nas rações é muito importante e devem ser consideradas perdas para o cálculo de quanto é necessário suplementar. A primeira perda está relacionada à lixiviação das mesmas, e ocorre quando a ração é jogada na água. As vitaminas hidrossolúveis sofrem lixiviação. Também há perdas relacionadas com o processamento da dieta, pois dependendo da forma que a vitamina tenha sido adicionada à ração, poderá se tornar bio indisponível.

As funções das vitaminas estão expostas abaixo:

Vit A - Resistência a infecções, essencial para a visão, manutenção da secreção do muco.

Vit B1, tiamina - Metabolismo de carboidratos, ativadora de enzimas, e essencial para o sistema nervoso.

Vit B2, riboflavina - Metabolismo energético, transporte do íon hidrogênio e processos de oxidação e redução.

Vit B3, niacina - Metabolismo de proteína, lipídios e carboidratos e liberação de energia da maioria dos nutrientes.

Vit B5, acido pantotênico - Metabolismo de proteínas, lipídios e carboidratos, síntese de fosfolipídios, ácidos graxos, hemoglobina, colesterol e hormônios esteróides.

Vit B6, piridoxina - Metabolismo de proteínas, descarboxilação e utilização dos aminoácidos e na síntese do mRNA e da acetil-CoA.

Vit B8, H, biotina - Sintese de ácidos graxos e da niacina e na ativação dos lisossomos.

Vit B9, acido fólico - Metabolismo de proteínas (necessária para a formação das hemácias e síntese de aminoácidos).

Vit B12, cianocobalamina - Formação das hemácias sanguíneas, manutenção do tecido nervoso, síntese dos ácidos nucléicos, metabolismo do colesterol e síntese de purinas e pirimidinas.

Vit C - Manutenção do tecido conectivo vascular e ósseo, previne a oxidação de lipídios e participa do metabolism do ferro.

Vit D - Metabolismo de cálcio e fósforo, niveis de cálcio no sangue e conversão do fósforo orgânico em inorgânico no sangue.

Vit E - Antioxidante manutenção da permeabilidade dos capilares e músculos cardiais.

Vit K - Manutenção da coagulação sanguínea. Colina


Os minerais são utilizados pelos peixes para a formação de tecidos e vários processos metabólicos. Elementos inorgânicos são utilizados para manter o balanço osmótico entre os fluidos do corpo e a água. Alguns minerais são ativadores de enzimas e componentes de sistemas metabólicos estruturais. Exigências deles têm sido estudadas para algumas espécies de peixes, em condições cuidadosamente controladas.

Com exceção do cálcio e fósforo, as necessidades de minerais pelos peixes não são bem conhecidas, embora se saiba que necessitam pelo menos de traços de vários elementos. Aqueles devem estar presentes em quantidades suficientes para formação dos ossos. Contudo, estudos indicam que os minerais essenciais ao crescimento da maioria dos animais e,provavelmente, dos peixes, são os seguintes, com respectivas funções orgânicas:

* Cálcio.- Formação dos ossos, coagulação do sangue, contração muscular e sistema enzimático.

* Fósforo.- Formação dos ossos, participação no ATP, nos fluidos tampões do corpo e no ácido nucléico.

* Enxofre.- Presente nos aminoácidos.

* Potássio, sódio e cloro.- Balanço iônico nos fluidos do corpo e presença nas paredes internas das células.

* Magnésio.- Formação dos ossos e sistema enzimático Ferro.- Constituição da hemoglobina.

* Manganês.- Sistema enzimático e arginase (enzima que decompõe a arginina, encontrado no fígado).

* Cobre.- Sistema enzimático e presença em pigmentos.

* Flúor.- Presente nos dentes e ossos.

* Iodo.- Presente na tiroxina.

* Zinco.- Presente na insulina.

* Selênio.- Ação no metabolismo antioxidante.

* Cobalto.- Presente na vitamina B12.


Mas como as carpas são peixes muito estudados no mundo todo a exigência da maioria das vitaminas e minerais já foi determinada, conforme tabela 2:

Níveis de Garantia mg/kg
VIT C
500
VIT A 4.000 UI
VIT B1 1,02
VIT B2 7,14
VIT B3 28
VIT B5 65,9
VIT B6 6,1
VIT B8 1000
VIT B9 -
VIT B12 -
VIT D -
VIT E 500
VIT H 1
VIT K3 0,5
COLINA 566,4000
CÁLCIO 1200
FÓSFORO 600
COBALTO 0,1
CROMO 1,1
COBRE 3
FERRO 150
MANGANÊS 13
IODO -
ZINCO 45
MAGNÉSIO 500
SELÊNIO 0,3
SÓDIO 6000